Indústria estuda maneira para chegar até esse tipo de usuário
Baixar músicas pela internet se tornou um hábito para muitos usuários da rede mundial de computadores. Sem pagar por elas, a maioria das pessoas baixam as músicas para uso próprio. Apesar desse público não ser a grande preocupação do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, pouca gente sabe que essa prática também é criminosa.
Um rapaz, que não quis se identificar, diz que baixar músicas já virou rotina, uma vez que foi a maneira encontrada por ele para selecionar somente o que gosta. “Eu utilizo muito as músicas no formato de MP3 para ouvir música no carro. Com a possibilidade de baixá-las, não preciso comprar uma coletânea, que muitas vezes não tem tudo o que eu gosto”, explica.
De acordo com a Associação Anti-Pirataria Cinema e Música (APCM), o rapaz se enquadra no perfil da maioria das pessoas que baixam música ilegalmente pela internet, onde 60% são jovens, com idade entre 15 e 24 anos e das classes sociais A e B. Além disso, um terço deles vivem no Estado de São Paulo. Vale lembrar que, no Brasil, 63% dos DVDs comercializados são ilegais.
O coordenador da APCM, Ygor Valério, diz que a indústria ainda estuda uma maneira de chegar até o este tipo de usuário, seja com medidas educativas ou repressivas. “O fato é que ainda não se chegou a um consenso de como fazer para que esse público migre para o mercado legal de música on line”, explica.
Copiar músicas e filmes se tornou fácil na era digital. Com o uso de computadores, o material audiovisual pode ser duplicado, muitas vezes, mantendo a qualidade do original. Distribuídos de graça ou vendidos a preços baixos, os produtos piratas causam um prejuízo milionário para artistas, gravadoras e estúdios de cinema.
Segundo o presidente conselheiro da associação, Luiz Paulo Barreto, a grande preocupação do Conselho Nacional de Pirataria não são as pessoas que baixam música para uso próprio. “O problema é quando começa a envolver a comercialização dessas músicas”, afirma.
Mas nem tudo que é baixado pela internet é ilegal. Existem sites onde o usuário paga uma taxa para ter o direito de copiar a música. O custo por faixa varia entre R$ 2,00 e R$ 3,00 e dá o direito de ouvi-la sem restrição, copiar em um CD ou transferir para um aparelho de MP3. O que é proibido é a venda deste material.
Muitas pessoas também não vêem problema na distribuição de músicas pela rede. Ely Muzamba, vocalista de uma banda, usa o próprio site para tornar as canções deles conhecidas. “Como ainda somos um grupo independente, e o mais importante no momento é divulgar o nosso trabalho, a vantagem é que as pessoas podem conhecer as músicas e depois comprá-las. Não vemos isso como prejuízo”, afirma.
Na hora de baixar música na internet, uma maneira de saber se o site está dentro da lei é ler o contrato de licença de uso, que deve falar que todos os direitos autorais são pagos. Denúncias podem ser feitas para o e-mail da Associação Anti-Pirataria: denuncia@apcm.org.br
Fonte: http://eptv.globo.com/
Meu Deus! Vão prender mais de 20 milhões de usuários P2P. Tudo bem que comprar música pode ser até legal, mas não me digam que 170 por um CD internacional é barato, porque não é! O CD que eu queria comprar só achei na Cultura e por um preço de 170 reais, baixei em alguns minutos na Internet.
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xau mi rresponda logo viu xau….
Afinal, não tem artista que perca com isso já que o mesmo não ganha dinheiro com a venda de cds, e sim com shows. As gravadoras, infelizmente têm que pensar em outra alternativa pra ganhar dinheiro, pq cobrar R$25,00 R$30,00 num cd é foda né… Vai entrar em falencia mesmo… Se um Cd original fosse vendido ao consumidor a R$10,00, garanto que todo mundo iria comprar. E pode chegar sim. Ainda, não podemos admitir um cd importado a R$70,00. Eu não vou me privar de ouvir certas músicas por causa disso.
às gravadoras eu dou um aviso, a farra do dinheiro fácil acabou.